“Quando a verdadeira
solidariedade viger entre as criaturas humanas e todas se recordarem de que o
bem-estar de um membro redunda na alegria de todos, mudar-se-ão os quadros do
sofrimento, em razão do auxílio recíproco que predominará, vencendo o egoísmo e
as paixões primárias responsáveis pelos desastres morais e espirituais que
assolam a Terra.
A missão do Espiritismo é a de
conduzir as consciências aos irreprocháveis cultos do dever, tendo o amor como
diretriz segura e insubstituível, o que não implica aceitação dos disparates
apresentados pelos insanos, mas coragem para divulgar e viver o bem em todas e
quaisquer situações, trabalhando-se pela ordem e pelo progresso, tanto
individual quanto coletivo.
O Consolador prometido por Jesus
veio oferecer aos seres humanos o conforto moral, mas também a diretriz de
segurança para que adquira consciência dos deveres em relação à existência
compreendendo que os efeitos que resultam das ações negativas não podem ser
detidos, mas diluídos pelas ações de enobrecimento. Ademais, Jesus elucidou que
o Paracleto viria repetir as Suas palavras que estariam esquecidas e também
dizer coisas novas que, naquela ocasião, não podiam ser entendidas.
Desse modo, a missão do
Espiritismo é iluminar a consciência humana, ensinar o indivíduo a encontrar a
própria paz sob a inspiração do Excelso Bem, conduzir com segurança aquele que
o busca, propiciando-lhe harmonia interior e alegria de viver.”
Manoel Philomeno de Miranda. Psicografia
de Divaldo Franco, do livro: Amanhecer de uma nova era

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