O dia 21 de janeiro de 1883
assinalou dois fatos, duas luzes que se ativaram. A viúva Allan Kardec, a sra.
Amélie Boudet, cerrava seus olhos físicos, em Paris. Bem distante, na cidade do
Rio de Janeiro, surgia a revista Reformador.
Para nós – espíritas – uma
autêntica movimentação de luzes espirituais. Amélie Boudet, professora
vinculada a ideias de vanguarda no ensino francês, apoiadora e colaboradora
direta do Codificador, veio a ser uma de suas combatentes continuadoras,
lutando pela manutenção da chama do Espiritismo.
Reformador se consolidou como
órgão da Federação Espírita Brasileira, transformando-se num dos raros
periódicos do Brasil a alcançar a marca histórica significativa de 130 anos de
circulação ininterrupta.
Amélie Boudet, ao se desvencilhar
das vestes corporais, se projetava na dimensão espiritual, depois de cumprir
uma existência de dedicação e de renúncia pelo nascente Espiritismo. A revista
Reformador surgia para se caracterizar como um farol da paz e do esclarecimento
espiritual.
Em dimensões e situações
diferentes são dois autênticos candeeiros!
Antonio Cesar Perri de Carvalho
Presidente Interino da FEB
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